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I Like The - Trilha Sonora By GorDivah


A trilha de hoje foi sugestão da nossa querida leitora Nico. Obrigada pela sugestão. Ver uma gordinha arrasando no vídeo é tudooo!!!
Amei !!



























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Beijos Queen Size,

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Racista, machista e homofóbico jamais. Mas gordofóbico tudo bem?

Agradeço todos os dias por viver num meio no qual convivo com pessoas que, em sua grande maioria, não emitem nem toleram comentários racistas, homofóbicos, machistas ou discriminatórios em geral, nas suas mais diversas e infelizes formas.
Felizmente, vivemos numa sociedade que suporta cada vez menos a ignorância e a pobreza de espírito.
No entanto, me canso de ver essas mesmas pessoas, supostamente tão sensatas, dizendo, sem qualquer pudor, culpa ou constrangimento algo desnecessário e agressivo sobre “aquele gordo” ou “uma gorda aí”.
Me parece haver uma espécie de “zona franca” na qual as pessoas resolveram que falar de forma discriminatória de gente que está acima do peso ideal, teoricamente não tem problema, não é discriminação, não é errado.
Frequentemente, a justificativa é que “hoje em dia, só é gordo quem quer”. Mentira. Todos sabemos o quão mentiroso isso é. Se fosse assim, com certeza não veríamos o Ministério da Saúde divulgar que quase 50% da população brasileira está acima do peso.
Obviamente, não estou afirmando que o sobrepeso e a obesidade devam ser encarados como fatos imutáveis ou que não haja necessidade de combatê-los. Claro que não. Questões de saúde devem ser prioridade para qualquer pessoa. O que estou falando é que o excesso de peso alheio não dá a ninguém a prerrogativa de julgá-lo. Só isso.
A pessoa que está acima do peso com frequência é vista como preguiçosa, descuidada, como alguém que poderia estar magro e esbelto e optou por não estar. Interessante que muitas das pessoas que falam “daquele gordo” estão entre aquelas que há anos afirmam que vão perder 2 quilinhos para o verão e nunca o fazem. “Mas na hora que eu quiser eu perco”. Bullshit. Você quer perder e não perde.
Fazer dieta nunca é fácil. Renunciar à cervejinha, ao chocolatinho, ao pãozinho francês, à carne vermelha é duro. Correr na esteira também. Mas mais difícil do que isso é lutar contra um metabolismo lento, uma tireóide desobediente, uma genética desfavorável, um pós-gravidez cruel, uma menopausa avassaladora. E ainda pior é ter que conviver com os olhares tortos, as risadas por detrás das mãos, os comentários que se finge não perceber por instinto de sobrevivência.
E se a pessoa que está acima do peso for mulher, pior ainda. Com a persistente ideia de mulher objeto, uma mulher gorda é vista como sinônimo de inutilidade. Afinal, “para que serve uma mulher gorda?”. Só para zoar na balada com seus “bróder”, né? Credo.
Constata-se o óbvio: gordura não é escolha. E alguns lutam mais contra isso, outros menos.
E daí? O que você tem a ver com isso?
Alguém te julga porque você ainda não foi consultar um psicólogo para cuidar dos seus traumas de infância? Ou porque ainda não foi no dermatologista ver aquela pinta que pode ser câncer de pele? Será que você não tem problemas até mais graves do que muita “gente gorda”, mas que apenas não são tão evidentes?
Será que não tem muita “gente gorda” mais saudável e bem resolvida do que você? Será que não tem gente acima do peso com uma auto estima bem maior do que a sua? Mais seguro, mais bem disposto, mais feliz?
O fato é, com que direito as pessoas decidiram condenar os quilos alheios? E, pior, por que elas resolveram achar que chamar alguém de gordo, com ar pejorativo ou hostil não é algo grave? Não é tão asqueroso quanto discriminação por cor, orientação sexual ou gênero?
Pois é. O peso alheio não te diz respeito. O que diz respeito a todos nós é aquela ideia antiga, antiquada, talvez um pouco demodée, de respeitar os outros, ainda que sem patente alta ou bigode grosso. Se não por vontade ou generosidade, talvez por decência. Será que soa tão estranho assim?

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Modelo considerada plus size publica foto sem retoques e sem maquiagem para divulgar linha de roupas

Robyn Lawley compartilhou foto no Instagram em que aparece de cara lavada e sem nenhum recurso de tratamento de imagem

Mais uma famosa entrou para o grupo de celebridades que resolveram aparecer na internet sem maquiagem ou algum recurso de tratamento de imagem. A modelo considerada plus size Robyn Lawley compartilhou em seu Instagram uma foto sua em que aparece apenas de biquíni e de cara lavada.

A australiana mostrou que, apesar de não ser tão magra quanto as modelos de passarela, tem um belo corpo e provou que pode ser linda sem passar pelo Photoshop. O objetivo de Lawley é divulgar a linha de roupas de banho que leva seu nome.
Aqui no Brasil, Sabrina Sato, Paloma Bernardi e Ticiane Pinheiro também posaram sem maquiagem para uma revista em abril para mostrar a beleza real.

EM OUTRAS FOTOS, A MODELO APARECE COM MAQUIAGEM E TRATAMENTO DE IMAGEM (FOTO: INSTAGRAM
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Desabafo da blogueira: Não, não e não!!!! Gente, 44 plus size, beleza, agora 40 PLUS SIZE!!!!!????? Isso vai virar vídeo!!! Tô passada!!



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Beijos Queen Size,


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Modelo plus size é paga para 'amassar' homens nos EUA

Chamada de "Amazon Amanda", a americana de mais de 120 quilos acompanha ou "esmaga" clientes

Modelo supersize é paga para amassar homens


Uma modelo americana plus size, da cidade de Los Angeles, Amanda Soule, é paga para sentar em cima, “esmagar”, lutar ou, simplesmente, acompanhar seus clientes, que adoram ser vistos e estar acompanhados por uma mulher grande. As informações são do The Mirror.

Chamada de "Amazon Amanda", Soule tem 1,90 m, mais de 120 kg e 160 cm de quadril. Segundo ela, não acontecem relações sexuais durante seus encontros e ela somente aceita “amassar” ou acompanhar seus clientes.

Em sua conta de Twitter, com mais de 6 mil seguidores, Amanda se descreve como “Amazon pelo tamanho e altura, e deusa por natureza”.

Amanda conta que já teve de recusar em fazer um trabalho para um cliente em estado terminal que teria lhe pedido para esmagá-lo até a morte.

Do Terra

Um Pouquinho Mais dela:





E alguns vídeos:




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Moda Plus Size: Beleza além do peso

Matéria do jornal O DIA sobre o crescimento da moda plus size feminina mostra que a indústria da moda está atenta as novas tendências


A indústria da moda, como todo ramo comercial, sabe que para expandir precisa ir atrás das áreas carentes de novidades, descobrir novos público-alvos que não receberam a devida atenção para criar novos projetos, como o mercado em expansão da moda plus size feminina que faturou R$ 1 bilhão no ano passado, número que chama bastante atenção sobre essa nova fase.

Esse crescimento é um ponto muito positivo não só financeiramente como favorece a auto-estima das mulheres que sentem vergonha do seu próprio corpo e não acreditam que podem ter sensualidade, a beleza e a sensualidade feminina não tem a ver com peso ou cor, eu ainda não vi nas lojas manequins que representam mulheres com peso acima da média, normalmente são aqueles que marcam o padrão corpo perfeito e esbelto para representar suas vestimentas e manequins para tamanhos grandes só em lojas especializadas representando homens ou crianças.

Segundo a matéria, 48,1% da população brasileira está acima do peso, em termos de saúde pode ser um número preocupante, mas se levarmos em consideração que muitas pessoas acima do peso podem até estar mais saudáveis que pessoas ditas ‘magrinhas’ cuja noção de beleza beira os exageros como a bulimia, esse percentual também pode representar uma grande fatia (sem trocadilhos) do mercado, que tem necessidades não exploradas que podem significar grandes negócios para quem tiver a sensibilidade de descobrir.

Para complementar um pouco esse raciocínio, basta percebemos como discretamente a moda, o marketing, trouxe a etnia negra da população para uma posição cada vez maior de destaque entre os seus projetos, visualizando que não estava havendo uma valorização das pessoas de cor, realçando produtos de beleza que valorizam sua natureza, até mesmo nas produções televisivas em que pessoas de cor tinham papéis relegados a posições inferiores de empregados e família de classe mais baixa, esse panorama mudou, até a propaganda dificilmente incluía a imagem de pessoas diferentes. Nesse ponto dou parabéns ao exemplo da C&A, por trazer em suas campanhas ao longo dos anos uma igualdade cada vez maior entre as pessoas de cores e raças diferentes, como o Sebastian, famoso dançarino garoto-propaganda da C&A por vários anos, afinal somos todos seres humanos, porque apontar diferenças e não realçar as qualidades?

Grandes redes de lojas já começaram a apostar suas fichas nessa nova tendência, como a C&A com a coleção Special for You do tamanho 46 ao 52, a Marisa com uma linha especial do tamanho 48 ao 54 e a Renner, cuja linha chega ao tamanho 52, com peças variadas do esportivo ao social, Leader e Riachuelo também se encontram nessa lista trabalhando com esse novo ramo do mercado que, além de aumentar os lucros, diminui as distâncias.

E como a moda se baseia na criatividade, que tal uma linha para a terceira idade? Ora, vovôs e vovós também gostam de se vestir bem.
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Roupa Fitness 42 Plus Size?! - GorDivah No Ar 07



Se você é gordinho(a) provavelmente já ouviu de alguém: ah por que você não malha? Você devia fazer isso ou aquilo pra emagrecer, etc... mas o outro lado da questão é:
ONDE ACHAR ROUPA FITNESS PLUS SIZE?
O que acontece quado uma gordinha resolve entrar numa loja de material esportivo para fazer compras?
Se você nunca passou por isso e está curioso, assista ao vídeo e descubra.
Se possui sugestão de alguma loja ou site que venda roupa esportiva, fitness, por favor deixe nos comentários. Se você é fabricante e possui estes produtos para venda, por favor deixe seu contato.

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Beijos Queen Size,


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Comercial Carlsberg

Esse comercial da cerveja belga Carlsberg fala sobre preconceito. E simples. Você entraria numa sessão de cinema com essas pessoas?



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Gif da Semana (#51)

Esse gif vai ser diferente dos outros. E algo como imagine se o mundo fosse ao contrario se tratando de gêneros:



O que iremos assistir?
Que tal esse?
Eu não quero ver esse...

Obrigado e boa noite
Cara você é realmente engraçado
Dificil encontrar um cara engraçado
Presidentes do EUA

Concorda?
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Sobre Gordos e Pirocas

Muita gente não curte muito o estilo metralhadora goratória do vlogger Cauê Moura, mas como o assunto de seu giro de quarta é sobre o mundo plus size, postarei aqui pra vocês:


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Prá você

A coisa de uma semana perdemos um sobrinho, um menino praticamente, coisa de 18 anos recém completados, garoto criado por vó e que ao chegar da adolescência desvirtuou-se pelos caminhos obscuros das drogas caindo de cara na mais pesada delas e tendo um fim trágico, assassinado na porta de casa na semana em que havia resolvido mudar de vida, por provável cobrador de fumo, ou vai saber, pois apesar de não ter mudado o convívio, como todo “cara safa” passou a se meter com todos errados e mesmo sendo para nós ainda um garoto de coração bom, arrumou richas e cotucou a morte como quem brinca de engolir veneno, achando não dar em nada... morreu muito cedo se for contar seus meros 18 anos e uma cabeça ainda em condições de ser modificada, porém tarde demais para recuperar isso quando em tão pouco tempo se coloca diante de tanta confusão. Olhando aquele corpo magro e comprido no caixão, feições recém formadas de quem ainda não tinha vivido nada e ao mesmo tempo teve uma vida tão acelerada, sendo pai aos 16 anos e perdendo a vida aos 18,o que não saía da minha cabeça era o menino que trocou sabe-se lá quanta vida pela frente, toda saúde que tinha por carrerinhas de pó e uma vida silenciosamente louca, agoniada e ao mesmo tempo o olhar de quem mesmo pai e “grande” para isso, ainda precisava de colo. O que tem isso haver com um blog de valorização humana as formas gordinhas? – Nada, mas no fim entenderão talvez meus porquês.
Nem passados 7 dias outro parente, outra vida louca, acelerada demais, mulher que foi também mãe tão cedo, se envolveu tão cedo em coisas erradas demais, que seguiu o cara, mas o cara errado, o cara da droga, o cara do assalto, o cara de pau e canalha pela vida que tem e que leva, estuprador, doente, amante e marido fantasioso na cabeça dela, e só na dela o marido perfeito...talvez cega demais, envolvida e encantada demais no amor de salvação que não aconteceu, nunca aconteceu, passando com o mesmo o que chamava de céu mesmo vivendo cotidiano inferno. Cabeça de mulher que virada, viciada, enganada e carregando duas vezes no ventre os filhos se acha valente e suficientemente capaz de mudar o irrecuperável. Cansada porém percebívelmente esperançosa se vê novamente na condição abandonada e largada pelo dito e se enfia no trabalho tentando levar a vida, do jeito que dá, que jeito que tem? – Perdeu tudo, quase tudo, quase perdeu a filha, quase perdeu a família, perdeu o pai, o irmão, agora o sobrinho e a dois dias atrás quase perdeu a vida num acidente que não se lembra. Da motocicleta não sobrou quase nada, errado estava o outro cara, um bêbado, mais um dos bêbados do Brasil que saem como loucos na via, guiando ou dirigindo suas armas e disparando inconseqüentes e quase inconscientes pelas ruas, porque ninguém limita ou pune. Nasceu de novo, disse uns dos médicos que a acompanha, porem ainda se mantém internada em observação por conta de um coágulo na cabeça. Se mantém neste momento em observação, daqui a dois dias mais um ano de vida, 34 ou 35 se me lembro bem do tempo em que éramos ainda muito amigas, talvez a melhor e mais amada amiga que já tive, amizade que interrompi na encruzilhada da vida, quando mesmo sob todos os conselhos e pedidos decidiu seguir a trilha que acreditava ser mais curta para sua felicidade, felicidade que eu não via, sequer previa, felicidade desenhada e trilhada só por sofrimento e talvez por isso julgado por ela como amor verdadeiro, coisa que hoje acredito que ela mal vê e percebe que nesse tempo de idas contra maré, contra a família, amiga e filha só ela sentiu e viu. Nasceu de novo para a vida e neste minuto, dias de observação que lhe seja concedida uma nova visão da vida, uma nova chance a si mesma e a todos que sempre a acolheram e aguardaram por esse despertar, esse nascer e uma nova convicção e entendimento do que é o amor e a felicidade. E o que tem de novo isso também haver com nosso blog redondinho?? – Hão de entender...
Ontem, ainda recém chegada dessa visita ao hospital, atarefada com os afazeres deixados por fazer pela saída e com a cabeça nisso tudo recebo com o chegar da noite mais uma notícia, mais um parente, uma prima de meu marido, uma querida mesmo com pouco convívio que tive mas um envolvimento emocional tremendo por compreender seu sofrimento, também lutei contra isso e já tive em meio a esse tormento chamado depressão, não tão forte, não tão profunda, de momentos, fases, de idas ao fundo profundo e escuro do poço e emergidas muitas vezes quase já beirando o afogamento...depressão...um mal da alma que acaba com a mente, que deixa o corpo doente e infelizmente que muito ainda se frescuriza e ironiza, não se dá a atenção e preocupação necessária por ainda se achar que quem tem depressão é autosuficiente e consegue controle, entrar e sair como de uma balada sinistra apenas usando a porta de emergência. Uma dor capaz de arrasar com a vida, querer o tempo todo morrer, desaparecer,  dar cabo da vida, inesplicável, incompreensível e talvez por isso tão ignorada da sua periculosidade e complexidade por tantos ou quase todos. Ainda sem confirmação exata dos motivos mas já supondo isso, já que esta pessoa querida afligia-se de depressão quase contínua disparada por cargas de acontecimentos inesperados desses que viram nossa vida ao avesso, decide findar sua vida usando de arma de fogo... cabo da dor, cabo também da vida, por mais atormentada que você julga que esta estaria, difícil para você que resolve tão bem sua vida ou simplesmente deixa rolar entender essa “justificativa”, difícil entender e aceitar que algo possa atormentar ou doer tanto ao ponto de você se ver fazendo isso, muitas soluções pra você talvez, muitos caminhos, talvez um, dois ou três pontos de vistas, talvez fácil para você que luta e quer tanto viver resolver, mas para quem vive, convive ou consegue mesmo não concordando, compreender, o disparo, o cabo, a dor, os olhos sempre tristes, a falta, o vazio insistente mesmo quando a vida parece a todos a volta boa e vivível, para estes amigos, depressão.
Depressão não se explica nem se entende emocionalmente, pode nascer com alguém ou ser adquirida por aqueles de sentimentos mais sofríveis e sujeitáveis. Depressão mata, seja aos poucos ou por atos inesplicáveis. Depressão precisa de atenção, paciência para com quem tem e cuidado para com quem não tem e se vê com um ou os pés nesse precipício força suficiente para não ser tentado a saltar achando que irá conseguir vencer sozinho (a). E o que temos haver com isso, você ainda se pergunta, acreditando não ter nada haver essas três fatídicas histórias, esses três acontecimentos que aconteceram em torno da minha família sendo que a única gorda dessa historia toda sou eu que vos escreve ou narra os acontecimentos.  Uma conexão de situações no estilo “nada a ver” talvez você pense, também penso eu, uma tentativa estranha de chamar a atenção de vocês para um assunto que não tem relação alguma com o corpo, com nossa forma e sofrimentos, preconceitos que passamos mas que no meu pensamento louco, metal e tosco quer demonstrar a vocês o valor da vida, o quanto se torna supérfulo e superficial tristezas que nos afligem e de fato nos atormenta, nos oprime, imprime uma marca, uma referencia negativa como se fossemos ou nos limitássemos somente aquilo, mas que se você parar para refletir, são coisas tolas, sofrimentos que a maioria de nós recebe como um daqueles presentes dados por quem não nos conhece e erra feio, mas que a gente agradece por acreditar na intenção.
Eu não escrevi esse post para você que já se aceitou, que se defende e se ama como é. Meu post de hoje não é para aqueles que saem armados e vestidos de Jorge todos os dias de casa e acham o fim ouvirem ou verem alguém como você passar por algum desaforo, preconceito e não se defender, não responder, perder o medo de perder o amigo, o parente por medo de expressar o que pensa ou enfrentar um mal querer. Meu post de hoje também não é para os vencidos, que não querem tirar a cara da lona por vergonha de encarar a torcida ou medo de olhar na cara feia do adversário. Meu post de hoje são para aqueles, todos aqueles, todos vocês que sentem dor, que guardam essa dor, que permitem que essa dor se transforme em tristeza e essa tristeza em depressão, sejam vocês guerreiros ou já autodenominados derrotados. Meu post é para você que limitou e entregou sua vida, seu amor, sua cabeça e o que tem haver seu corpo com isso nas mãos de opiniões desconhecidas ou que você acredita serem as corretas, por serem muitas ou da maioria sei lá.
Eu sei, não se muda ou se constroe uma história, o valor ou uma conduta de vida com base na desgraça alheira, mas as vezes coisas piores acontecem para te mostrar que o problema que você enfrenta, que você vive, que a tristeza, o preconceito, o limite que você se impõem só acontece ou piora se você permite, se você passa a achar ou aceitar que qualquer outra vida, amor ou opinião vale mais que o amor, a vida ou opinião que você tem por você.
VIVA!
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